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Humanidade

Bastou um fio de frágil humanidade, uma flor tímida de ternura rompendo as pedras da muralha em que te blindas.
Uma palavra transida de medo, indecisa, imprecisa, fugitiva, furtiva, rota flor de doçura aprisionada.
Como resistir à sua crua fortaleza?

Comentários

  1. Respostas
    1. Obrigada, Célia. acabei de criar este blogue. O problema é que não sei trabalhar com ele. .)

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  2. Tudo a seu tempo.Gosto de visitar blogs,pessoalmente, acho que há uma aproximação entre quem escreve e quem lê.Vai gostar,é um conforto do escritor expor a sua escrita no blog.Parabéns,como gosto,voltarei sempre que receber a notificação.

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  3. Sou mesmo noviça nestas lides. Não consigo descobrir o seu blogue Literatura & ARTES.

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abraçar a vida num anel de fogo arder se for preciso e nunca duvidar do golpe de asa que torna mais incerta a solidez dos ninhos . jorgete teixeira
A menina que há em mim A menina que há em mim dorme ao relento Perdida no vento À espera da asa do anjo que a rejeitou À procura De um desejo largado de uma estrela De uma pérola de ternura De uma voz embalada no cabelo A menina que há em mim Ficou sentada no pial da infância Onde começou a mágoa Enjeitada de si Perdida no escuro No canto dos beijos violentados A menina que há em mim vive à espera que lhe estenda a minha própria mão. jorgete teixeira