Bastou um fio de frágil humanidade, uma flor tímida de ternura rompendo as pedras da muralha em que te blindas.
Uma palavra transida de medo, indecisa, imprecisa, fugitiva, furtiva, rota flor de doçura aprisionada.
Como resistir à sua crua fortaleza?
Vou levar,para a Literatura & ARTES.
ResponderEliminarObrigada, Célia. acabei de criar este blogue. O problema é que não sei trabalhar com ele. .)
EliminarTudo a seu tempo.Gosto de visitar blogs,pessoalmente, acho que há uma aproximação entre quem escreve e quem lê.Vai gostar,é um conforto do escritor expor a sua escrita no blog.Parabéns,como gosto,voltarei sempre que receber a notificação.
ResponderEliminarSou mesmo noviça nestas lides. Não consigo descobrir o seu blogue Literatura & ARTES.
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